Um estudo realizado por cientistas americanos do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, afirma que o uso freqüente do celular pode causar alterações no cérebro, elevando o nível de glicose em algumas áreas.
O estudo foi realizado com o objetivo de conhecer de que forma o cérebro reage ao campo eletromagnético gerado por sinais de telefonia sem fio. Foi coordenado por Nora Volkow, e contou com a participação de 47 pessoas que foram acompanhados durante o ano de 2009.
Durante o decorrer do ano em que a pesquisa foi realizada, os participantes mantinham o celular ligado por 50 minutos próximo ao ouvido e depois passavam por uma tomografia. Depois realizavam o mesmo processo só que com o celular desligado e passavam novamente pele tomografia.
Segundo o estudo, que foi divulgado no Journal of the American Medical Association (revista da Associação Médica dos Estados Unidos), durante os 50 minutos que os participantes estiveram com o celular ligado próximo ao ouvido houve alterações no metabolismo das áreas do cérebro que ficam mais próximas da antena.
Nora afirmou: 'O que demonstramos é que o metabolismo da glicose (um sinal de atividade cerebral) se intensifica no cérebro de pessoas expostas a celulares, na área mais próxima à antena,'.
Disse ainda que não se sabe ao certo quais os possíveis danos que o uso do celular pode causar no cérebro e que é necessário realizar mais estudos para obter informações mais precisas.
Apesar dos resultados desta pesquisa serem intrigantes, os estudiosos afirmam que não são conclusivos e não se poder saber ao certo se realmente a exposição a celulares pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer no cérebro.

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